Duas peças, decididas antes de qualquer linha de código: o app das famílias e o sistema da escola. O que se resolve aqui é o desenho e o recorte — o que entra, o que fica de fora, e como a escola e a família se falam.
O responsável abre e vê o filho. Padrão de layout do iOS, com a foto grande mandando na primeira dobra — linguagem de app de viagem, não de sistema escolar.
O lado da escola: mesma marca, densidade de tabela. Não é um ERP novo — são módulos que entram na prateleira do Tier Empresas, aproveitando financeiro, produtos, estoque e PDV.
Diário, boletim, histórico escolar e censo. O fosso do sistema atual não são as funcionalidades — é o histórico, documento com valor legal que escola nenhuma quer migrar.
Pela captação, onde a dor está medida: das 5.402 conversas do colégio, 26,8% morrem na primeira mensagem. Quem troca quatro mensagens converte 48,6% — o atendimento já converte, ele não alcança.
A escola já tem sistema, e ele fica. Entramos ao lado, e a matrícula fechada vai para lá
pela API — sem ninguém digitar duas vezes.